quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Fome de Amor

O dia não acaba...
A listinha de tarefas só aumentando...
O barulho que brota do meu estômago é vergonhoso!
Mas acabo de receber um email, um desses que dá vontade de encaminhar para algumas pessoas especiais. Provavelmente como os emails vêm em ondas, muita gente deve ter recebido o mesmo email hoje mesmo, ou ainda receberá nos próximos dias, na próxima semana.
Mas me deu vontade de transcrevê-lo pra cá, pro "Cantinho da Ana".
O texto não é meu, dizem que é do Jabor. Não gosto de publicar nada, que não seja meu, sem a certeza da fonte, mas vale tanto a pena dedicar uns minutos a essa crônica que o farei.
Taí, para vocês, um presente da Ana:

Estamos Com Fome de Amor
(Arnaldo Jabor)

Baladas recheadas de garotas lindas, com roupas cada vez mais micros e transparentes, danças e poses em closes ginecológicos, chegam sozinhas e saem sozinhas. Empresários, advogados, engenheiros que estudaram, trabalharam, alcançaram sucesso profissional e, sozinhos. Tem mulher contratando homem para dançar com elas em bailes, os novíssimos “personal dance”, incrível. E não é só sexo não, se fosse, era resolvido fácil, alguém duvída?

Estamos é com carência de passear de mãos dadas, dar e receber carinho sem necessariamente ter que depois mostrar performances dignas de um atleta olímpico, fazer um jantar pra quem você gosta e depois saber que vão “apenas” dormir abraçados, sabe essas coisas simples que perdemos nessa marcha de uma evolução cega. Pode fazer tudo, desde que não interrompa a carreira, a produção.

Tornamos-nos máquinas e agora estamos desesperados por não saber como voltar a “sentir”, só isso, algo tão simples que a cada dia fica tão distante de nós.

Quem duvida do que estou dizendo, dá uma olhada no site de relacionamentos ORKUT, o número que comunidades como: “Quero um amor pra vida toda!”, “Eu sou pra casar!” até a desesperançada “Nasci pra ser sozinho!” Unindo milhares ou melhor milhões de solitários em meio a uma multidão de rostos cada vez mais estranhos, plásticos, quase etéreos e inacessíveis.

Vivemos cada vez mais tempo, retardamos o envelhecimento e estamos a cada dia mais belos e mais sozinhos. Sei que estou parecendo o solteirão infeliz, mas pelo contrário, pra chegar a escrever essas bobagens (mais que verdadeiras) é preciso encarar os fantasmas de frente e aceitar essa verdade de cara limpa.

Todo mundo quer ter alguém ao seu lado, mas hoje em dia é feio, démodé, brega.

Alô gente! Felicidade, amor, todas essas emoções nos fazem parecer ridículos, abobalhados, e daí?

Seja ridículo, não seja frustrado, “pague mico”, saia gritando e falando bobagens, você vai descobrir mais cedo ou mais tarde que o tempo pra ser feliz é curto, e cada instante que vai embora não volta mais (estou muito brega!), aquela pessoa que passou hoje por você na rua, talvez nunca mais volte a vê-la, quem sabe ali estivesse a oportunidade de um sorriso à dois.

Quem disse que ser adulto é ser ranzinza, um ditado tibetano diz que se um problema é grande demais, não pense nele e se ele é pequeno demais, pra quê pensar nele. Dá pra ser um homem de negócios e tomar iogurte com o dedo ou uma advogada de sucesso que adora rir de si mesma por ser estabanada; o que realmente não dá é continuarmos achando que viver é out, que o vento não pode desmanchar o nosso cabelo ou que eu não posso me aventurar a dizer pra alguém: “vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida”.

Antes idiota que infeliz!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Vamos...

... fazer um filme

(Legião Urbana)

Achei um 3x4 teu e não quis acreditar
Que tinha sido há tanto tempo atrás
Um bom exemplo de bondade e respeito
Do que o verdadeiro amor é capaz
A minha escola não tem personagem
A minha escola tem gente de verdade
Alguém falou do fim-do-mundo,
O fim-do-mundo já passou
Vamos começar de novo:
Um por todos, todos por um

O sistema é mau, mas minha turma é legal
Viver é foda, morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme

O sistema é mau, mas minha turma é legal
Viver é foda, morrer é difícil
Te ver é uma necessidade
Vamos fazer um filme
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?

Sem essa de que: "Estou sozinho"
Somos muito mais que isso
Somos pinguim, somos golfinho
Homem, sereia e beija-flor
Leão, leoa e leão-marinho
Eu preciso e quero ter carinho, liberdade e respeito
Chega de opressão:
Quero viver a minha vida em paz
Quero um milhão de amigos
Quero irmãos e irmãs
Deve de ser cisma minha
Mas a única maneira ainda
De imaginar a minha vida
É vê-la como um musical dos anos trinta

E no meio de uma depressão
Te ver e ter beleza e fantasia

E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?
E hoje em dia, como é que se diz: "Eu te amo"?
E hoje em dia, vamos fazer um filme
Eu te amo
Eu te amo
Eu te amo

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Sobre o tempo...

Tempo é dinheiro?

Não!

Dinheiro é tempo!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Um dia de Helô Pinheiro

Toda terça e toda quinta é a mesma história...


Olha que coisa mais linda
Mais cheia de graça
É ela menina
Que vem e que passa
Num doce balanço, a caminho do mar
Moça do corpo dourado
Do sol de Ipanema
O seu balançado é mais que um poema
É a coisa mais linda que eu já vi passar
Ah, porque tudo é tão triste
Ah, porque estou tão sozinho
Ah, a beleza que existe
A beleza que não é só minha
E também passa sozinha
Ah, se ela soubesse
Que quando ela passa
O mundo inteirinho se enche de graça
E fica mais lindo
Por causa do amor
(Garota de Ipanema - Tom Jobim)

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Vem comigo! No caminho eu te explico!

“...Solte os seus cavalos loucos e não se prenda
Se cair de um touro bravo não se arrependa
Diga-se quem vence entende a lei do chão...”

domingo, 19 de outubro de 2008

Hoje não dá...

"...Hoje não dá
Hoje não dá
Está um dia tão bonito lá fora
E eu quero brincar

Mas hoje não dá
Hoje não dá
Vou consertar a minha asa quebrada
E descansar..."

sábado, 18 de outubro de 2008

Famosa manguaça ambiental

AMARULA é um sofisticado licor, destilado da exótica fruta marula, da árvore africana maruleira, misturado com creme fresco, que resulta num produto cremoso, estável, rico e macio. Graduação Alcoólica: 17%
A MARULA é uma árvore de tamanho mediano, originária do bioma das savanas da África do Sul e da região da África Oriental, caracteriza-se por um tronco único acizentado e uma copa de folhas verdes, podendo atingir cerca de 10 metros de altura em baixas altitudes e pradarias abertas, típicas da savana.
O fruto MARULA , depois de cair no chão, começa a fermentar e, naturalmente há produção de álcool.
Todos os animais das redondezas são atraídos, adoram o seu sabor e o consomem sem limites.
Resultado: Uma grande bebedeira coletiva!!! Agora, veja o vídeo...

video

terça-feira, 14 de outubro de 2008

domingo, 12 de outubro de 2008

Buzz Lightyear

Para o Infinito e Além!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Giz

(Renato Russo)

E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero

Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz

Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo:
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei

(Quando quero...
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Garoto Propaganda


Você seria?

O garoto ou a garota propaganda destes produtos?

- Shampoos Clear?
- Corega?
- Varicell?

Eu? Nunquinha!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Como surgem os jargões

Na verdade não sei se este seria o melhor nome: jargão.
Porque não tem uma conotação de "gíria profissional", mas adotarei jargão para explicar algumas expressões que usamos por aqui.

Outro dia soltei um:
"Não quero mais brincar com essa massinha..."
E a tchurma virtual ficou um pouco perdida.
Já estava publicado quando eu me toquei que isso poderia acontecer, mas aí era tarde.
Eu precisava gritar aquilo, naquele momento.

Até cheguei a explicar, via email, para alguns que aquela expressão significa pra mim e minha tchurma real algo como "Chega! Cansei!", mas tentar explicar torna tudo mais complicado ainda.

Enfim, só sei que sinto que vem mais um jargão da nossa tchurma por aí.
Estávamos no eme-esse-ene. De repente:
Eu: Mas amigo, a fila anda... Tem que andar...
Sandrão: Mas tem hora que a catraca trava...
Iaiá: Solta a catraca aí, trocador!
(Muitos risos!)

Pronto! Bastou essa conversa para subnicks, twitters, pokes estarem todos dizendo: "Solta a catraca!", "Vamos travar a catraca de outros!", "A fila tem que andar! Vamos destravar!"

É... "Fiquei de trança!" Risos! (Esse eu explico num outro momento! Será que é preciso?)

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Sentimento de culpa...

Vamos começar por:
Culpa
do Lat. culpa
s. f.,
acção repreensível praticada contra a moral ou a lei;
falta;
pecado;
delito;
ofensa;
responsabilidade;
causa, origem.

Como a gente explica um "sentimento de culpa" se a gente acha que não tem culpa?
Não sei explicar...
Só sei pedir:
Gente! (Amigas principalmente)!
Por hora (talvez pelos próximos dias, próximos meses, ou até anos),
Não caiam nas minhas "pilhas"!
Não ouçam o que eu digo...
Não façam o que eu faço...
Vamos só rir, divertir, zoar, ser feliz!
Mas não entrem na onda da Ana!
(Só pra Ana não ficar com esse sentimento ridículo!)