domingo, 10 de maio de 2009

Mãe

"MÃE?! Claro! Todos temos.
Uns mais, outros mais ou menos.
Mãe da gente de vez em quando é estranha,
quer ouvir que ama,
quer água e café na cama.
Quer o mundo todo do filho,
As horas, os amigos e os porquês.
Mãe tem que ser única mesmo,
nascendo uma por vez.
O filho nasce e já ganha grátis: uma mãe.
De aparência indescutível,
de paciência incomensurável
e perdão infinito.
Mãe é coisa estranha,
espera de todo filho uma compreensão tamanha
que quando paramos pra refletir sobre o assunto
não estamos mais juntos,
estamos os mesmo, mais distantes, machucados...
Mãe deveria ser band-aid, mertiolate e algodão.
Deveria ser a cura pra toda dor,
independente se foi ela quem trouxe, ou não."

(Fernando Anitelli)

2 comentários:

rodrigowill disse...

Lindo poema! Chegar em casa ligarei pra minha mãe. *-*

Anna Duzzi disse...

ele NÃO CANSA de ser GENIAL né? não cansa. AMO AMO AMO!